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05 agosto 2012

Amazon | Exhibition in Indigenous village | Parintintin & Paiter-Suruí





Traíra Village - Parintintin indigenous land in Amazonas state.

Last september 2011 I was working with Conservation Strategy, covering the expedition of two different indigenous area in Brazil. The project is supported by US Agency for National Development and consist in create a business plan on tourism for indigenous land of two ethnicity. Parintintin in Amazonas State and Paiter-Surui in Rondônia State. This year, in july I went back to both lands together with the team of professionals to deliver the business plan and also to exhibit the photographs from last year. They received us with a traditional indigenous party. Here are some of the images from the exhibition.

 
Traíra Village - Parintintin indigenous land in Amazonas state.



Exhibition in Traíra Villaje, at Parintintin indigenous land. Me and Marcos Amend, CSF director in Brazil and also a photographer that make part of exhibition.

Em setembro de 2011 estive fotografando para CSF, um projeto de desenvolvimento de um plano de turismo em terras indígenas. Nos estados do Amazonas e Rondônia, das etninas Parintintin e Paiter-Suruí. Este ano, em julho voltei para essas aldeias com a equipe de profissionais para entregar o plano de negócios já elaborado e também para expor as fotografias que eu e o fotógrafo Marcos Amend fizemos. Todos nos receberam lindamente com uma festa tradicional indígena. Em breve vou postar mais imagens dessa viagem.


 Team mounting the exhibition at Joaquim Village in Paiter-Suruí indigenous land.

 Fernanda Preto, Almir Surui and Marcos Amend.






01 outubro 2010

Amazônia | Testando a Holga


Primeiros testes com minha Holga na Praia da Lua, em Manaus, os filmes 120 estavam guardados há muito tempo.

28 setembro 2010

Amazônia | Arqueologia no Washington Post


Produzi este ensaio para o MUSA- Museu da Amazônia em 2009. As imagens fazem parte do arquivo editorial da coleção Latin Content, Getty Images e agora foram publicadas no The Washington Post em uma matéria sobre a arqueologia na Amazônia. Aqui está o link http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/gallery/2010/09/04/GA2010090400010.html

08 agosto 2010

Amazônia | O Hotel Boa Vista


No Hotel Boa Vista desde sexta, acredito que tenha este nome pela vista do rio Aripuanã e do encontro das águas com o rio Madeira e não pelas paredes mofadas e o cheiro de suor antigo dos quartos...
Hoje cedo dei uma volta neste pequeno hotel do interior do Amazonas...

07 agosto 2010

Amazônia | Da janela do hotel Boa Vista


Rio Aripuanã na cidade de Novo Aripuanã, AM
Na frente da cidade os rios madeira e aripuanã não se misturam... Paisagem pra ficar lentamente admirando da varanda...

06 agosto 2010

Manaus | Rio Negro | A ponte


Quando fui morar em Manaus, de longe ouvia falar sobre uma ponte sob o rio negro... Nunca consegui imaginar...Me parecia algo distante... Hoje, vi de cima, em um vôo de Manaus para Novo Aripuanã... Sensação estranha...

03 agosto 2010

DOC Manaus | Mário


 Mario se aproximou, e com olhar de soslaio e jeito desconfiado nos guiou pelo beco.

01 agosto 2010

DOC Manaus | Jaílton

Fotos: Bruno Jorge

Se chama Jaílton, filho de Humberto. Que por vezes também é pai de Jaílton.

29 julho 2010

DOC Manaus | Igarapé da Cachoeira Grande

Chegamos aqui em Manaus no dia 19 de julho e já estamos com 9 dias de trabalho no Igarapé da Cachoeira Grande no bairro de São Jorge. Estamos, eu e Bruno, produzindo um documentário sobre esta comunidade que vive na beira do igarapé, e que estão em processo de desocupação.O doc está sendo feito todo com uma Canon 5DMARK II e uma CanonT2I 550D.

20 maio 2010

Amazônia | Arquivo

RDS Uacari, Comunida Pão, Rio Juruá, Amazonas, 2008.

Foto feita durante a expedição realizada em novembro de 2008 pela SDS - Secretaria de Desenvolvimento Sustável do Estado do Amazonas. Essa viagem durou 15 dias em 10 comunidades comemorando a soltura das tartarugas. Em cada comunidade acontecia uma gincana, um super churrasco e muita festa.

19 maio 2010

Amazônia | Revisitando meu arquivo

Comunidade Xibauã, última comunidade da RDS Uacari no médio rio Juruá, Amazonas

Na correria de montar um portfolio, resolvi dar uma passeada no meu arquivo de Amazônia e encontrei essa foto que eu nem lembrava ter tirado. O olhar dela me diz muito sobre este lugar...

29 março 2010

Amazônia | Pablo Neruda

Quando escolhi a selva 
Para aprender a ser
Folha por folha
Estendi as minhas lições
E aprendi a ser raiz
Barro profundo
Terra calada
Noite cristalina
E pouco a pouco mais
Toda a selva

Pablo Neruda

     Rio Juruena, sobrevoando o céu matogrossense

14 março 2010

Amazônia: História em Ruínas

Planejando uma ida a Manaus, estive olhando algumas matérias que fiz enquanto estava por lá, vou postar algumas aqui no blog. Esta foi feita em 2007 para revista Empório Amazônia. Este lugar já estava marcado para ser derrubado e dar lugar ao Prosamin, programa de construção de casas para famílias que vivem nos igarapés de Manaus.
Fonte: Revista Empório Amazônia, Texto: Alfredo Loureiro e Sebastião Reis
Fotos: Fernanda Preto
Foto: arquivo Empório
Primeiro, a pesquisa minuciosa. Depois, a investigação em busca do que outrora foi a usina hidrelétrica da Cachoeira Grande, uma das primeiras do País. Descortinar a historia por entre amontoados de palafitas na Rua da Cachoeira, no bairro de São Jorge, em Manaus, é vislumbrar um passado da cidade que se perde diante da poluição. As ruínas imponentes do que restou do prédio, escondidas entre construções toscas que se equilibram sobre toras de madeira às margens do igarapé de águas fétidas, surgem insistindo em ficar.
Usina em ruínas ao lado de palafitas 
O passado daquela obra magnífica pode nos ensinar como não construir o futuro. Nos últimos 140 anos, se destruiu de maneira irresponsável aproximadamente 140 quilômetros dos mananciais hídricos que serpenteavam Manaus, O primeiro igarapé a ser aterrado, o igarapé da Manaus Harbour, no centro da cidade. O desastre ambiental motivado pelo habito da população de jogar dejetos e cortar a mata ciliar dos igarapés para obter lenha para a cozinha gerou um problema de grandes proporções, que pode ser resumida na seguinte pergunta: Como dar de beber água para uma população crescente? 
Casa de máquinas que foi aproveitada como casa de moradores locais
O rio Negro, em frente à cidade, nunca foi boa fonte potável pelo cheiro forte e tonalidade escura cor de mel ou, como diziam os antigos, alhambre. Procurou-se uma solução para abastecer de água nas nascentes dos igarapés de Manaus, Castelhana, Cachoeirinha e, por fim, foi escolhido o da Cachoeira Grande, por apresentar as seguintes características: estar próximo a Manaus três quilômetros, ter vazão na estação das chuvas de 80 milhões de litros de água e 8 milhões no tempo da estiagem, dissolver bem o sabão, cozer os legumes e não apresentar vestígios sensíveis de matérias orgânicas ou terrosas em dissolução.
Ruína faz parte do dia-a-dia da população do igarapé
O engenheiro Lauro Batista Bittencourt, projetista da obra, calculou a necessidade de Manaus em 500 mil litros diários. Sendo pouco considerável a queda d’água no lugar escolhido, foi conveniente eleva-la a uma altura suficiente para a distribuição na cidade. Por isso, projetou-se a construção de uma represa com 104,30 metros de comprimento, 3,50 na maior espessura e 3,80 metros na maior altura, em alvenaria de pedra e cimento. Em um contrato minucioso, ficou prevista também a construção de uma caixa de distribuição, uma rede com encanamento de ferro fundido, aquisição de bombas, turbinas e reservatórios na Praça dos Remédios.
Barragem utilizada de muro entre uma casa e outra
A pedra fundamental para o inicio da construção foi lançada em 1º de julho em 1883. Um ano depois, a barragem esta pronta. Antonio Lopes Mendes, viajante português, visitou o local. Deixou suas impressões no seguinte texto: “Hoje visitamos as obras hidráulicas em execução na Cachoeira Grande. A água é cristalina e potável. Tomamos a picada aberta através da floresta que fica ao norte da cidade e, de lá, avistamos um grande manancial. Ali vimos muitos portugueses que executavam diversos serviços. Estes nossos compatriotas ganham de 2.500 reis a seis mil reis, salário insignificante numa terra onde um ovo de galinha custa 240 reis, uma galinha, seis mil e, em caso de necessidade, 18 e 20 mil reis! E tudo o mais nesta proporção”.
No dia 20 de agosto de 1888 foi feita a primeira experiência com as turbinas, bombas e encanamento principal de nove polegadas, com excelente resultado. No dia 8 de dezembro, foi feita a experiência definitiva e, desde então, a cidade começou a ser abastecida regularmente 10 a 12 horas por dia, elevando até a altura do grande reservatório.
Casa marcada pelo PROSAMIM para ser derrubada
No esforço tecnológico para a construção desta memorável obra de engenharia, se utilizou trem de ferro até a localidade chamada Teju e britadeira para quebrar a pedra em tamanhos regulares para o concreto em cimento Portland. Essa obra foi o maior investimento feito na Região Norte no governo imperial de D. Pedro II.




17 dezembro 2009

De lá pra cá


Alto Rio Negro

Depois de uma temporada em terra distante, selva, floresta, natureza, instinto... Lugar do tempo guardado, remexido, experenciado... Agora vivo na selva de pedra, paisagem nova, meu campo agora não é tão verde, mas também cheio de histórias pra observar, participar, além da minha própria que já está me cutucando tão profundamente... Amazônia, só nas viagens futuras e na lembrança saudosa e eterna.


São Paulo

21 outubro 2009

Salinas: Amazônia Atlântica


Durante a realização de um trabalho para O Celeiro, isso conto em outro post, passei uns dois dias em Salinópolis, conhecida como Salinas, que hoje é a cidade onde meus primos estão morando e trabalhando com markeing e desenvolvimento sustentável. Este nome Salinas, é porque no período colonial existia uma fábrica de extração de sal da água do mar que foi comandada pelos jesuítas que inevitalmente utilizavam mão-de-obra indígena, e esse sal era utilizada principalmente para conservar o peixe em estoque em função da piracema.


 Salinas é lindo. Praias maravilhosas, dunas, água cor de esmeralda, e não á a toa que é o balneário de verão  de quem vive no calor de Belém.
Mas nessa primeira impressão da cidade, conheci algumas pessoass muito interessantes e cheia de histórias pra contar.
 
 
 






12 agosto 2009

Mãe e filha

Mãe e filha na comunidade Bauanã, no médio rio Juruá, Amazonas, durante uma expedição de 15 dias realizada pelo CEUC - Centro Estadual de Unidades de Conservação. Essa viagem foi um retorno depois de dois anos. Minha primera expedição na Amazônia foi nesta região, lugar que me encantou e me fez ficar.
Comunidade Bauanã, Rio Juruá -AM

Comunidade Manariã, médio rio Juruá - AM











11 agosto 2009

Mais retratos

Esses retratos fora feitos durante algumas expedições pelo estado do amazonas a RDS Uacari, Pauiní e outras cidades do interior.

Mercado do peixe, Coari - AM